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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

16a. reunião – 28/8/12


Iniciamos nossa reunião com a psicóloga Zulmira, e as crohnistas Edna e Rita passando informes sobre as reuniões passadas e, após abrimos para apresentação rápida de cada participante. E vejam que turma boa nós temos, de enfermagem até socióloga entre os membros e como bem  lembrado: “A importância do grupo, afinal já nascemos em um grupo, o familiar” disse a psicóloga Zulmira.



Então, iniciamos os temas.
O que passamos para o outro? Como lidamos com a família? O excesso ou falta de preocupação por parte do outro? A importância de estarmos sempre ativos seja com trabalhos manuais, intelectuais, cuidando de plantas, animais de estimação, estudando.
“Não deixo o Crohn judiar de mim,Eu judio dele”disse uma crohnista.
E completando, sabiamente, a psicóloga Zulmira nos pediu que imaginássemos um animal, o cavalo que tem a força mas é preciso ter o cavaleiro para dirigir a “força “do cavalo. Então, seria a nossa “força”o impulso, o instinto para controlar as situações e aí, se não tivermos saúde mental, desanda e o cavalo sai correndo, desgovernado.
"Podemos utilizar as dificuldades para nos fortalecermos ou para nos enterrarmos, a escolha é sua" disse Thiago Bianco
Mas, e como fica a importância do apoio familiar? A mãe, a esposa e o pai? O marido? Os amigos? Preocupação demais nos desagrada, mas um pouco de carinho às vezes cai bem...nada em excesso é bom! Qual a imagem que você está passando para as pessoas? Vitima ou herói? pense nisso!
E a vida sempre volta ao seu normal após uma crise. Tivemos a participação de uma mãe “nova”, ou seja, o bebê está com oito meses e ela se sentindo mal por não estar bem para cuidar da filha. O importante é o laço afetuoso, o carinho, a base de amor que é para sempre e para isso você não precisa de força física.
E quando a descoberta da doença se dá na adolescência? O momento de maior vigor e energia? como fica a rebeldia? Tivemos o depoimento do Thiago que nos contou sobre a volta por cima através da Fé, vendo a vida com outra perspectiva. Nós não sabemos lidar com o sofrimento e culpamos os outros e a DEUS.
E o sistema nervoso que atinge o físico? lembrou o Danilo
Nós humanos, estamos sempre buscando o sentido da vida e cada qual busca externamente uma explicação, mas é importante sermos críticos. A religião pode ser boa ou não, ser uma energia saudável e não um mero comércio feito com a necessidade e a vulnerabilidade das pessoas e seu sofrimento.
Afinal: “ Uma sociedade injusta é altamente preconceituosa e prejudicial” finalizou a psicóloga Zulmira.

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